sábado, 28 de setembro de 2019

TEXANO POCKT FEST – 1ª edição


TEXANO POCKT FEST – 1ª edição + Níver do Edu Falcon

Evento Benificiente em prol:
Campanha da Vakinha Virtual Prótese Ortopédica do Edu Falcon.

(Link da Vakinha abaixo)
http://vaka.me/513558

Hambúrguer e cultura Geek -Nerd – Pop!!!

Animês, Cartoon, Mangás, Cinema, Literatura. Hq´s, e Vídeo Games em geral; é um evento de cultura e entretenimento para toda família, onde os visitantes terão a oportunidade de se divertir com atrações cosplays ,games ,rpg de mesa e desfruta um delicioso Hambúrguer no melhor estilo texano…

Hamburgues
Bebidas
Swordplay
Stands
Artists Alley
Impressora 3d
Card games
Jogos de tabuleiro
RPGs
Exposição
Videogames/consoles variados
retro games
sorteios
Desfile cosplay com premiação
Entre outras atividades…

ww.animemomentsbrasil.com

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Texano Burger & Restaurante

ria descolada de temas texanos serve menu apurado com sandubas robustos e variedade de petiscos.
Endereço: R. Caldas Novas, 49 – Bethaville I, Barueri – SP, 06404-301

Telefone: (11) 98658-1837

https://www.texanoburger.com
https://www.facebook.com/texanoburger/


segunda-feira, 8 de julho de 2019

OSASCO ANIME FEST - 2019



OSASCO ANIME FEST - 2019

O evento "Osasco Anime Fest" é um evento de cultura ( Geek, pop, nerd ) com temática nos Animês, Cartoon, Mangás, Cinema, Literatura. Hq´s, e Vídeo Games e tudo que faça parte desses universos incríveis.

Exposição
Desfile cosplay
Oficinas
Card games
Jogos de tabuleiro
RPGs
JUST DANCE
KPOP
Bandas
Salas Temático
área medieval
Videogames/consoles variados
Entre outras atividades...


Local:Centro de Eventos Pedro Bortolosso

Endereço: Avenida Visconde de Nova Granada, 513 , km 18, 06194-025, Osasco, SP

Bairro: km 18 / Município: Osasco / Estado: SP

https://www.facebook.com/events/2699688163392679/?active_tab=about


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Três amigas, no ritmo do blues ( Autor / Edward Kelsey Moore)



Sinopse: Depois de conduzir o leitor a uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos e acompanhar de perto a rotina e as agruras das inseparáveis Odette, Clarice e Barbara Jean em Três amigas, todo domingo, o músico de formação e escritor Edward Kelsey Morre está de volta com mais uma história de amor, família e perdão, no lançamento Três amigas, no ritmo do blues. Dessa vez, a mãe super religiosa de Clarice, Miss Beatrice, está prestes a se casar com Forrest Paine, o proprietário de um clube noturno cuja reputação não é das melhores. A cerimônia traz à cidade Sr. El Walker, lendário bluesman que havia jurado nunca mais botar o pé no lugar para evitar revirar lembranças dolorosas. Ele não é o único, no entanto, com dificuldades em se reconciliar com o passado. As três velhas amigas Odette, Clarice e Barbara Jean, que atravessaram tantos bons e maus momentos juntas, se esforçam para superar o passado e viver o presente de forma plena, aprendendo a transformar dor em amor.


O autor de best-sellers Edward Kelsey Moore é do centro-oeste. 
Nascido no estado de Indiana, atualmente vive em Chicago. 


O músico 

O Sr. Moore é Bacharel em Música pela Universidade de Indiana e mestre em Música pela Universidade Estadual de Nova York em Stony Brook. Seus professores incluíam renomados violoncelistas János Starker e Bernard Greenhouse. Por mais de três décadas Edward Kelsey Moore tem sido um músico profissional, atualmente se apresentando com aclamadas orquestras do meio-oeste, incluindo: o Chicago Sinfonietta, a Filarmônica de Chicago e a Orquestra Joffrey Ballet. Ele tocou em muitas gravações de música clássica e fez turnê nacional e internacionalmente. 
Por muitos anos o Sr. Moore também foi um professor popular de música, treinando e alimentando uma nova geração de tocadores de violoncelo. 

O autor 

Depois de décadas trabalhando como músico, e quando se aproximava de seu aniversário de 40 anos, Edward Kelsey Moore começou a dedicar mais de suas habilidades artísticas à escrita. Ao longo dos anos que se seguiram, a curta ficção de Moore recebeu publicações em muitas revistas literárias, incluindo Indiana Review, African American Review e Inkwell. E então, em 2002, seu conto, Vovó e o Quinto Crucifixo , ganhou um concurso e foi dramatizado e transmitido pela Rádio Pública Nacional ! Durante esses anos, Edward Kelsey Moore também escreveu ensaios curtos, incluindo   Piaf e Roadkill , que recebeu um Prêmio Literário do Illinois Arts Council . Mais recentemente, o Sr. Moore escreveu mais de uma dúzia de ensaios curtos que foram encomendados pelo Minnesota Public Radio . Em 2018 e novamente em 2019, Edward Kelsey Moore teve a honra de ser incluído no Programa de Conversação de Conversas de Novela, parte da Humanities de Indiana . 

O All-You-Can-Eat do Supremes At Earl foi o romance de estréia de Edward Kelsey Moore, publicado quando ele tinha 52 anos de idade. Ganhou o prêmio First Novelist Award do Black Caucus da American Library Association e chegou à lista de melhores vendas do New York Times . O livro também se tornou um best seller em sua tradução francesa. 
Além dessas honras, o The Supremes at Earl's foi selecionado para programas em vários municípios para despertar o diálogo entre os residentes locais, incluindo: Coming Together in Niles Township - Voices of Race, um projeto literário entre um punhado de subúrbios multiculturais de Chicago; e Books to Bridge the Region , um programa de alfabetização de sete condados no norte de Indiana. The Supremes no Earl-All-You-Can-Eat de Earl continua a ser uma escolha popular para clubes do livro em todo os EUA e lançou conversas animadas entre os grupos de discussão de todas as etnias. O Supremes no Earl's também foi indicado para uma adaptação cinematográfica, em associação com a Fox-Searchlight Pictures . 

O mais novo romance de Moore é The Supremes Sing the Happy Heartache Blues, uma continuação de seu primeiro livro, que explora os temas de amizade, família e perdão. Foi publicado nos EUA e no Canadá no verão de 2017. O romance recebeu * resenhas estreladas do Library Journal e Publisher's Weekly , juntamente com muitas outras críticas positivas, que chamaram a atenção dos mercados internacionais. Uma edição britânica seguiu para leitores no Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. As traduções do livro foram publicadas em 2018 em francês, português e alemão. 


A Gente se Vê Ontem (See You Yesterday)



Os filmes de viagem do tempo são tão populares por provocarem o imaginário do público. E se realmente tivéssemos este poder? Usaríamos para unir os nossos pais como em De Volta para o Futuro (1985)? Para livrar o mundo de uma epidemia como em Os Doze Macacos (1995)? Para caçar um perigoso assassino como em Alta Frequência (2000)? Para evitar um ataque terrorista como em Contra o Tempo (2011)? Ou então para conquistar a mulher que amamos como em Questão de Tempo (2013)? As possibilidades seriam tantas...

Mas as consequências também. O que fica bem claro no mais novo e instigante título do gênero, o corajoso A Gente se Vê Ontem. Produzido pelo ícone do cinema afro-americano Spike Lee, o longa dirigido por Stefan Bristol revigora este particular subgênero ao trazê-lo para um contexto bem mais atual e realístico. Inspirado por títulos como Faça a Coisa Certa (1989), Os Donos da Rua (1991) e o recente Dope (2013), a surpreendente produção original Netflix compensa os seus evidentes problemas de tom ao refletir sobre a vulnerável posição de um jovem negro dentro da sociedade norte-americana, escondendo na roupagem aventuresca uma pesada crítica  política envolvendo a violência policial e as imutáveis feridas causadas por esta rotineira mazela social. 



E se você pudesse corrigir uma injustiça e ao mesmo tempo salvar a vida de um ente querido? Com base nesta inquietante indagação, Stefan Bristol mostra perspicácia ao tirar do papel uma aventura fantástica com os dois pés fincados na realidade. Sob uma perspectiva colorida, dinâmica e multirracial, valorizada pela expressiva fotografia em tons quentes do promissor Felipe Vara de Rey, o enxuto e objetivo longa vai direto ao ponto ao narrar as desventuras de C.J (Eden Duncan-Smith), uma jovem e genial estudante que, ao lado do seu grande amigo Bash (Dante Crichlow), parecia perto de criar uma máquina de deslocamento temporal. Com ela, a dupla poderia voltar alguns dias no tempo e por alguns poucos minutos. Um feito que mudaria a vida acadêmica de ambos e redefiniria as suas respectivas perspectivas de futuro. Tudo muda, no entanto, quando o querido irmão de C.J, o introspectivo Calvin (Astro), é morto por engano numa batida policial. Sem medir a consequência dos seus atos, ela decide correr literalmente contra o tempo para evitar esta grande tragédia pessoal, colocando a sua própria vida (e a de terceiros) em risco ao testar perigosamente os limites do paradoxo temporal.



Mais do que simplesmente reciclar uma fórmula muitas vezes explorada dentro do gênero, A Gente se Vê Ontem envolve ao aplicá-la dentro de um novo, duro e reconhecível contexto. Por mais que o longa, em algumas poucas situações, não consiga encontrar o equilíbrio perfeito entre a aventura e o drama, o argumento assinado pelo próprio Stefan Bristol compensa ao nunca (e de maneira alguma) atenuar a carga realística proposta pela trama. Nós conhecemos essa realidade. Tanto C.J, quanto Bash são jovens comuns. Conscientes que precisariam agarrar com unhas e dentes a oportunidade que tinham para romper com um cruel círculo vicioso. Enquanto visualmente See You Yesterday (no original) soa quase que como uma escapista aventura da Sessão da Tarde, narrativamente o cenário é outro. Ao longo do imersivo primeiro ato, Bristol é cuidadoso ao capturar o elo entre os personagens, ao se preocupar em estabelecer as origens deles e os fortes alicerces familiares que os sustentavam. Aqui não existe espaço para alguns velhos estereótipos, nem tão pouco para o vitimismo. Desde cedo eles aprenderam a lidar com as perdas, a superá-las, a se impor num ambiente por vezes impiedoso e ameaçador. Sem nunca pesar a mão, o realizador é igualmente habilidoso ao estabelecer também os problemas que os cercavam. No melhor estilo O Ódio Que Você Semeia (2018), as tensões são evidentes. Um passo em falso e tudo pode ruir. Mesmo nas passagens mais leves e aventurescas da produção, Bristol nunca priva o público da realidade que ameaça os seus protagonistas. Uma balança que sistematicamente pesa para o lado mais fraco.




Impecável ao situar o público quanto a posição dos protagonistas dentro de uma estrutura social desigual e muitas vezes injusta, A Gente Se Vê Ontem cresce ainda mais no momento em que abraça sem um pingo de vergonha o viés Sci-Fi. Fiel a lógica do gênero, Stefan Bristol eleva o senso de urgência da trama à medida que C.J decide usar a Ciência para desafiar uma implacável mazela social. Embora a sequência da primeira viagem no tempo seja visualmente decepcionante, o parco uso do CGI reflete o baixíssimo orçamento da produção, o realizador logo acerta os ponteiros ao se preocupar menos com as firulas estéticas e mais com as consequências dos atos da protagonista. Sem nunca soar didático além do necessário, Bristol é astuto ao usar o viés fantástico “apenas” como um subterfúgio para a construção da sua crítica envolvendo a violência policial nas periferias norte-americanas. A fantasia, aqui, surge como uma esperança, nunca como uma solução. No momento em que o longa parecia disposto a flertar com algumas escapistas conveniências narrativas, inclusive, o realizador deixa a realidade falar mais alto na hora certa, culminando num clímax crítico e genuinamente corajoso que só reforça a alegoria social proposta pela trama. Um desfecho impactante que, de certa forma, nos ajuda a relevar alguns dos deslizes do longa, em especial nas passagens mais dramáticas. Por mais que o trabalho de Bristol enquanto diretor seja dinâmico e vistoso, nos momentos mais intimistas a impressão que fica é que ele não consegue extrair o máximo do seu carismático\entrosado elenco. Enquanto Dante Crichlow, com uma intensidade natural, transmite o misto de fidelidade, medo e desespero experimentados pelo seu Bash sempre que preciso, Eden Duncan-Smith e principalmente o rapper Astro não alcançam o mesmo nível de angústia em situações pontuais dentro da história. Ainda que a química entre os irmãos seja evidente e que Eden, em especial, consiga criar uma resiliente protagonista com nuances bem próprias, a impressão que fica é que os problemas de tom da obra seriam menores com um par de performances mais fortes.


Contando ainda com uma participação especial digna de aplausos, A Gente se Vê Ontem faz jus aos melhores filmes de viagem do tempo ao associar a complexidade do tão temido paradoxo temporal à vulnerável posição de um jovem negro num ambiente social hostil e violento. Sob as asas de uma das maiores vozes do cinema norte-americano, Stefan Bristol atende as expectativas ao entregar uma aventura peculiar, com uma questionadora carga realística, um filme capaz de entreter e impactar ao escancarar uma desconcertante (e muitas vezes inalterável) rotina


(Por:thicarvalho)
https://cinemaniac2008.blogspot.com

Guilhermina e Candelário


Guilhermina e Candelário”, série de animação colombiana com protagonistas negros. Valorizando a auto-estima das crianças afro-descendentes, a animação acompanha as aventuras de dois irmãos que levam uma vida feliz e cheia de descobertas numa linda praia

Uma animação infantil dedicada às crianças de 4 a 8 anos. A série mostra o cotidiano cheio de descobertas e grandes aventuras de dois irmãos, que levam uma vida simples, mas feliz. A cada dia eles fazem novas descobertas e, com imaginação e fantasia, vivenciam grandes aventuras. Os irmãos sempre esperam ansiosamente a chegada do seu avô Faustino, um velho pescador, a quem contam suas aventuras.


 O avô desfruta das histórias narradas pelos netos e em alguns casos é cúmplice delas, compartilhando sua experiência de vida e grande sabedoria sobre o ambiente ao redor, inspirando-lhes amor e respeito por todos os habitantes do mundo marinho e costeiro.


Em 20 episódios, a série cumpre o papel de colocar na tela da tevê personagens negros, especialmente para o público infantil, e apresenta valores de sociabilidade importantes para a infância.

Produção: Fosfenos Media e Señal Colombia
Direção: Maritza Rincón González
Gênero: Infantil
Ano de produção: 2012
País de origem: Colômbia
Classificação indicativa: Livre

  
 Guilhermina, Candelário e avô Faustino e toda a família.


Milly e Molly



Milly, Molly  desenho animado produzido e exibido pelo Disney Channel em 4 de outubro de 2008 e 24 de agosto de 2009. A série retrata as aventuras de duas super melhores amigas de exatamente 8 anos, Milly Anderson e Molly Kannett. A série estreou no Discovery Kids em 4 de Janeiro de 2010. A série se estreou de aires a as 7:00 a.m. ET/PT tempo em 4 de outubro de 2008 em Disney Channel's Playhouse Disney quadra nos Estados Unidos.


Sinopse:

Milly e Molly são duas amiguinhas de 8 anos de idade, uma loura e outra negra, que passam por diversas situações que lhes proporcionam aprendizados e exemplos de bom comportamento. Cada volume da coleção lida com uma determinada virtude, ou valor, como honestidade, generosidade, gentileza, respeito pelos animais, paciência, aceitação das diferenças, etc. São histórias que estimulam a imaginação das crianças, facilitam a discussão de temas delicados (um dos valores, por exemplo, é “Como lidar com o luto”) e incentivam os leitores-mirins a levar uma vida equilibrada e saudável.


Personagens: Milly Anderson & Molly Kannett


Origem:

A série de livros Milly e Molly, da neozelandesa Gill Pittar foi criada para promover a aceitação da diversidade cultural e  racial, bem como valores sadios para a educação do caráter. É uma encantadora coleção de livros para crianças de 3 a 8 anos.

Milly e Molly são duas amiguinhas de 8 anos de idade, uma loura e outra negra, que passam por diversas situações que lhes proporcionam aprendizados e exemplos de bom comportamento. Cada volume da coleção lida com uma determinada virtude, ou valor, como honestidade, generosidade, gentileza, respeito pelos animais, paciência, aceitação das diferenças, etc. São histórias que estimulam a imaginação das crianças, facilitam a discussão de temas delicados (um dos valores, por exemplo, é “Como lidar com o luto”) e incentivam os leitores-mirins a levar uma vida equilibrada e saudável.

“Sentimentos de dor, perda de identidade e baixa autoestima são elementos que transcendem as barreiras de raça, crença e cor. Temas como amizade, generosidade, alegria e sucesso também fazem parte de Milly e Molly. As histórias mostram como tudo isso pode ser incorporado no dia a dia da vida da criança”, explica a autora Gill Pittar, que escreveu 78 livros e duas séries para a televisão.




Os livros da coleção Milly e Molly foram lançados em mais de 100 países e traduzidos para 21 línguas.

“Milly e Molly é uma maravilhosa coleção de livros. Um verdadeiro achado.” Robert Munsch – Conhecido autor de livros infantis campeões de vendas.

“As morais subjacentes, inerentes aos textos, são importantes para que as crianças do século XXI as assumam como suas (…) a linguagem e o estilo usados para transmitir as histórias são vigorosos e empolgantes para os jovens leitores (…) a linguagem e o estilo são simplesmente literatura de qualidade (…) apropriada como textos didáticos em estudos sociais ou programas de saúde em qualquer lugar do mundo onde a diferença é componente integral de uma comunidade” Professor Dr. Sigrid Markmann – Reitor da Faculdade de Literatura e Linguística – Universidade de Osnabrück, Alemanha.

Nossa Casa - As Aventuras de Tip e Oh (Netflix)


As Aventuras de Tip e Oh tem sua origem no filme Cada um na sua casa, obra sem grande expressividade se comparada a outras animações, porém responsável por uma das repercussões mais memoráveis e importantes dos últimos anos. Na época de sua estreia, viralizou a foto de uma menininha ao lado do cartaz do filme, super feliz ao perceber que a protagonista era “igual” a ela: negra e cacheada! Até hoje, é uma das primeiras imagens que aparecem ao buscar “representatividade” no Google (deixamos a foto logo abaixo para continuar derretendo nossos coraçõezinhos).




Amizade + Família

Tip e Oh constroem uma amizade sólida e muito bonita. Eles passam por problemas comuns como brigas, ciúmes e expectativas diferentes sobre certas coisas, mas também são parceiros em todos os momentos, até na paquera (que é um desastre, mas tudo bem). 


Oh se esforça muito para pertencer à família, enquanto Tip ensina tudo o que pode sobre o que é uma família. Os dois são tão diferentes quanto Tip e Lucy, mas amam estar juntos. É em torno disso que se cria a ideia maravilhosa de que família não é simplesmente sobre nascimento ou sangue, mas sobre parceria e amor.



Numa crítica clara aos concursos de beleza infantis, o episódio “Dica de Beleza” mostra Tip sendo menosprezada por usar tênis e ser taxada de “feia” por sua rival Pompom, que é uma espécie de Regina George (Meninas Malvadas, 2004) da série. Competitiva, Tip aceita o desafio de Pompom para brigar por uma coroa, sem saber que se trata de um concurso de beleza. Totalmente ignorante de qualquer coisa que envolva maquiagem, saltos e desfile, Tip treina a contragosto com Lucy e Oh, e fica surpresa ao ver o quanto esse tipo de evento é levado a sério. No fim das contas, ela acaba sendo desclassificada por excesso de personalidade, o que é comemorado pela mãe e o melhor amigo. Outra coisa peculiar é que Pompom é uma menina gorda, o que não é comum em meninas populares de produções em geral.


Responsabilidade

Por viver sozinha com a mãe, Tip tem suas responsabilidades além da escola. E bem, já deu pra entender que Tip não tem nada de perfeita, princesa, ou coisa do tipo. Ela é preguiçosa com o que não quer fazer e arruma desculpas para simplificar o próprio trabalho, mas claro, sempre dá errado. Mesmo nas responsabilidade com a escola, ela falha e paga o preço. Mas também ao ser babá, cuidar de uma planta. E mesmo quando ela se esforça pra dar conta do compromisso, às vezes percebe que não é suficiente e tem que recomeçar.